$ scp -< opções> usuário@servidor:'"Caminho/do/Diretório com Espaços"' < Diretório e máquina de destino >
domingo, 17 de agosto de 2014
scp: Copiando remotamente arquivos e diretórios com espaços nos nomes
terça-feira, 29 de julho de 2014
Baixando páginas inteiras com wget: A forma elegante!
wget -crp -l < # de camadas > -k < endereço que queremos baixar >
sexta-feira, 4 de julho de 2014
DNS local com DNSmasq
Quando se instala-o, é necessário fazer pequenos ajustes na segurança, caso a máquina em que vai ser instalada seja o roteador (ou que tenha acesso a redes mais amplas, como a Internet), ou habilitar o serviço DHCP. Tudo isso pode ser configurado no /etc/dnsmasq.conf
#/etc/hosts#IPs da máquina Nomes das máquinas192.168.1.17 URSS
#invoke-rc.d dnsmasq restart
nameserver XXX.YYY.ZZZ.DDD #, onde XXX.YYY.ZZZ.DDD é o número de IP do seu servidor DNS (o computador onde você instalou o DNSmasq).
In a DNS bind? Get Out With dnsmasq
How to dnsmasq - Debian Wiki
Dnsmasq For Easy LAN Name Services
How to Install and Configure dnsmasq
Dnsmasq setup
Run a local DNS resolver with OpenWRT
Wicd:: Acessando redes Wifi pela linha de comando com qualquer usuário
sábado, 7 de junho de 2014
Ah, se todos os manuais de comando tivessem exemplos...
domingo, 18 de maio de 2014
Congelamento do GRUB 2 após a mensagem "Welcome to GRUB!"
Ao instalar o Debian 7 (Wheezy), o GRUB 2 congelava após a mensangem "Welcome to GRUB!", e nem aparecia o menu.
O problema foi resolvido após seguir as recomendações deste link.
A "solucionática" consiste em entrar no arquivo /etc/default/grub, e descomentar a opção
GRUB_TERMINAL=consoleDepois, rodar:
#update-grub
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Dividindo a tela no VIM
Para a janela voltar ao normal (em cima da janela atual): Ctrl + w + o .
O VIM trabalha com o conceito de buffers, e cada janela é a vizualização de um buffer.
Para fechar e salvar tudo, pressione ESC (sai do modo de edição), e:
:wall (salva tudo). :qall (fecha tudo).
Abrir e fechar janelas: CTRL + w + n Abre uma nova janela, sobrepondo a atual (:new) CTRL + w + q Fecha a janela atual, e termina após a última (:quit) .
CTRL + w + c Fecha a janela atual (:close) .
Manipulação de Janelas: CTRL + w + w Alterna entre janelas (salta de uma para outra)
CTRL + w + j desce uma janela j .
CTTL + w + k sobe uma janela k .
CTRL + w + r Rotaciona janelas na tela .
CTRL + w + + Aumenta o espaço da janela atual (observe que o W é maiúsculo) CTRL + w + - Diminui o espaço da janela atual (observe que o W é maiúsculo) Para mais informações, a referência é o wikilivros sobre o VIM, da Wikipédia.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Configuração do /etc/X11/xorg.conf para a placa de vídeo HD5450
# xorg.conf (X.Org X Window System server configuration file) # # This file was generated by dexconf, the Debian X Configuration tool, using # values from the debconf database. # # Edit this file with caution, and see the xorg.conf manual page. # (Type "man xorg.conf" at the shell prompt.) # # This file is automatically updated on xserver-xorg package upgrades *only* # if it has not been modified since the last upgrade of the xserver-xorg # package. # # If you have edited this file but would like it to be automatically updated # again, run the following command: # sudo dpkg-reconfigure -phigh xserver-xorg Section "InputDevice" Identifier "Generic Keyboard" Driver "kbd" Option "XkbRules" "xorg" Option "XkbModel" "abnt2" Option "XkbLayout" "br" Option "XkbVariant" "abnt2" Option "XkbOptions" "abnt2" EndSection Section "Module" Load "record" Load "GLcore" Load "glx" Load "extmod" Load "xtrap" Load "dri" Load "dbe" EndSection Section "InputDevice" Identifier "Configured Mouse" Driver "mouse" EndSection Section "Device" Identifier "Device0" # Option "UseFBDev" "true" Driver "radeon" # Algumas op藤畫s de acelera藤υ 3D Option "XAA" Option "AccelMethod" "1" #1 pra PCIExpress Option "GARTSize" "64" Option "EnablePageFlip" "1" Option "ColorTiling" "1" EndSection #Section "Monitor" # Identifier "Configured Monitor" #EndSection Section "Screen" Identifier "Default Screen" Monitor "Configured Monitor" DefaultColorDepth 24 SubSection "Display" Depth 24 Modes "1024x768" "800x600" "640x480" "320x200" EndSubSection EndSection
Placa de Vídeo ATI Radeon HD5450 no Debian 7 (Wheezy)
Depois, reconfigurei o xorg.conf, e obtive 22% da velocidade.
Faltava, porém o firmware (sem ele, o desempenho dela perde até para o driver VESA), com o pacote firmware-linux-nonfree).
Depois, o MAME rodou a 100%.]
Comprei esta placa de vídeo porque não entendi a razão do driver da minha placa chrome9 ter piorado da versão 5 para as versões 6 e 7.
Continuo achando estranho - e é esta a razão pela qual eu mantive o meu Debian 5 funcionando até hoje.
Até fevereiro, eu desinstalo esse sistema de bons serviços prestados.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Listando os arquivos presentes em um pacote já instalado...
dpkg -L nomedopacote
Reempacotando pacotes debian já instalados no sistema
apt-get install dpkg-repack
dpkg-repack [nome do pacote]
Pegando arquivos das distribuições antigas do Debian
deb http://archive.debian.org/debian/ [nome da distribuição] main contrib
deb http://archive.debian.org/debian/ lenny main contribEm maiores detalhes, podemos consultar este link.
Debugando códigos em FORTRAN com o DDD
ddd [nome do programa]
ddd --debugger idb [nome do programa]
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Descobrindo de que pacote pertence um arquivo (YUM - Fedora
yum provides /[caminho do arquivo]/[arquivo]Ou, simplesmente:
yum provides */[arquivo]
quinta-feira, 8 de março de 2012
Exatamente, Nasceu uma Flor no Asfalto
Exatamente, Nasceu uma Flor no Asfalto
Gloriosa seja a desgraça, pois nos impele a sair da Inércia. O
Labor dos dias de desassossego ressuscita a Esperança.
Até a velha guarda da Física agiu, mesmo como uma flor murcha, mas...
Uma Flor nasceu no asfalto! Foi vista com alegria pela velha quase sem pétalas.
Contra o pensamento corrente e à luz da verdadeira democracia, as
Exatas mostram que também estão à serviço da liberdade, como quer a utopia.
... E uma flor nasceu no asfalto, porque...
Já foi o tempo das flores ornamentais, que apenas são belas, mas sem significado.
As flores hoje têm de ter sentido se querem ser belas, e precisam das marcas da luta.
Se Silvanas, Victors e Cássios se orgulham de Marks, Xaviers e Márcias foi...
Mais por encontrar flores fortes e vivas em terreno infértil. A esperança pode estar em qualquer lugar.
Infeliz é a universidade que deixa, voluntariamente, o canhão calar a política, pois
Mesmo a mais perfeita tecnologia academicamente construída é burra se o livre-pensar é coagido!
... É por isso que eu amos as flores nascidas no asfalto!
... E amos as flores ornamentais subversivas!!
... Estas não se contentam em ser somente ornamentais.
Atenágoras Souza Silva
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Comando para deixar a tela do xmame fullscreen
Eu, de fato, não tive muitas experiências Linux, hoje em dia... Devo começar a fazê-las dentro de umas duas semanas.
O comando para deixar a tela inteira ao rodar o emulador, pelo menos no meu caso é:
xmame -fullscreen -ef 1 jogo
-ef 1 é a opção para duplicar a tela. Se colocado apenas fullscreen, o jogo, pelo menos no meu caso, ficará centralizado na tela com a mínima resolução disponível, mas sem tela inteira.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Configuração da Rede no Fedora 15
A configuraćão de rede está distribuida em vários arquivos.
Para a configuraćão das rotas, bem como o nome do computador, temos o arquivo /etc/sysconfig/network.
Dentro dele, colocamos o nome do computador e o gateway padrão do seguinte modo:
HOSTNAME=[ nome do computador ]
GATEWAY =[ IP do gateway padrão ]
Já para a configuraćão do dispositivo da Rede em questão, temos o arquivo /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-[interface de rede]. Por exemplo, /etc/network-scripts/ifcfg-eth0, a primeira interface de rede:
DEVICE=eth0 BOOTPROTO=none ---> Tipo de protocolo de rede. Neste caso é nenhum, pois a rede é estáticaONBOOT=yes ---> Informa ao sistema que a interface deve ser carregada no boot NETMASK= [ máscara de rede ] IPADDR=[ IP da máquina ] USERCTL=noDNS1=[ Enderećo do Servidor de Nomes ]No caso de uma configuraćão com DHCP, em que as informaćões de rede do seu computador vem de um servidor:
DNS2=[ Enderećo do Servidor de Nomes ]DEVICE=eth0Fonte: Manual do Fedora 15, citado na postagem anterior.
BOOTPROTO=dhcp
ONBOOT=yes
Manual do Fedora Core 15
Eu gosto mais do Debian...
http://docs.fedoraproject.org/en-US/Fedora/15/html/Deployment_Guide/index.html
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Mountando partições LVM
Embora o acesso ao disco possa ficar ligeiramente mais lento, o acesso aos blocos até melhora.
Ainda sim, não gostei da idéia. Distribuições como o Fedora, já cria um LVM por padrão. Isto dá pepino para restaurar o sistema em caso de uma pane, pois ao acessar o sistema através de um LIVE-CD, não é tão fácil mountar as partições que estão dentro de um LVM.
Bem, vamos primeiro às referências. Se você quer criar um LVM, uma boa referência é: http://focalinux.cipsga.org.br/guia/intermediario/ch-disc.htm
Mas eu queria era mountar uma partição dentro de um LVM. Antes, passemos os sites que utilizei para conseguir o que queria:
- http://www.vivaolinux.com.br/dica/Recuperando-corrigindo-erros-em-particao-%28raiz%29-em-LVM-Fedora-Core-5
- http://acassis.wordpress.com/2008/10/29/mountando-particao-lvm/
Bem, agora vou falar o que eu fiz:
1) Localizar quais partições são um LVM:
#fdisk -l /dev/sda (ou /dev/qualquer-coisa-que-seja-o-seu-hd)resultados do comando no meu caso:
Dispositivo Boot Início Fim Blocos Id Sistema
/dev/sda1 * 1 25496 204796588+ 7 HPFS ou NTFS
/dev/sda2 25497 25521 200812+ 83 Linux
/dev/sda3 25522 30401 39198600 8e Linux LVM
2) Carregar modulo para módulo para mountar o LVM:
#modprobe dm-mod
3) Verificar onde está o grupo de volume que contém /dev/sda3, a partição LVM encontrada:
#pvs
saída:
PV VG Fmt Attr PSize PFree
/dev/sda3 VolGroup00 lvm2 a- 37,38g 32,00m
4) Listar os volumes lógicos do grupo:
# lvdisplay VolGroup00
saída:
--- Logical volume ---
LV Name /dev/VolGroup00/LogVol00
VG Name VolGroup00
LV UUID d70uZQ-fI0a-aIEB-K192-J4Eg-mDq6-6Y5jox
LV Write Access read/write
LV Status available
# open 1
LV Size 35,41 GiB
Current LE 1133
Segments 1
Allocation inherit
Read ahead sectors auto
- currently set to 256
Block device 252:0
--- Logical volume ---
LV Name /dev/VolGroup00/LogVol01
VG Name VolGroup00
LV UUID VsIsbe-wxcS-DE0v-8Xgt-IhQO-1F97-neekCy
LV Write Access read/write
LV Status available
# open 0
LV Size 1,94 GiB
Current LE 62
Segments 1
Allocation inherit
Read ahead sectors auto
- currently set to 256
Block device 252:1
5) Ativando o grupo lógico para ser montado:
#lvchange -a y -v /dev/VolGroup00/LogVol00
6) Finalmente, montando a partição:
#mount /dev/VolGroup00/LogVol00 /mnt/raiz (não esqueça de criar o diretório vazio antes)
sexta-feira, 4 de março de 2011
BRAMS e Grads
Entretanto, nas versões posteriores à 1.9 do grads, não há o comando 'gradsc', substituido por um supercomando grads, que executa quase todos os procedimentos do programa a partir da versão 2.07.
Para maiores detalhes, http://grads.iges.org/grads/downloads.html
quarta-feira, 2 de março de 2011
Alterando o PATH do sistema (Fedora)
Costumava usar Conectiva Linux. Isto foi de 1998 a 2001.
A partir de 2002, passei a usar Debian, e em um breve período de trabalho, usava o próprio RedHat (por dois meses, mas só no computador de trabalho).
Agora, na minha iniciação, voltei a utilizar uma distribuição RedHat-like, desta vez, a geradora da RHLE (Red Hat Linux Enterprise - a versão paga da RedHat), a Fedora.
E eu tive dúvidas quanto ao arquivo de configuração para alterar o PATH.
É o /etc/bashrc. Desconfio que seja o mesmo no Debian, mas eu não me lembro.
Ele altera mais coisas do que o caminho, tome cuidado.
Em todo o caso, basta colocar no fim do arquivo a expressão:
PATH=$PATH:/nome-do-caminho-a-ser-colocado-no-path
export $PATH
Para alterar o arquivo somente no seu usuário normal, procure ou crie os arquivos .bash_profile, ou .bashrc
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Editando múltiplos arquivos com o VIM
vim -o arquivo1 aquivo2 arquivo3
Para alternar entre os arquivos abertos, basta pressionar duas vezes a combinação Ctrl + w
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Comando wget - opções de download multiplo e recursividade
A opção -r é um pouco perigosa, já que o site poder ter links fora dele, mas é útil.
No meu caso, eu precisava fazer o download de vários pdf que compõem um livro gratuito na Internet.
wget -cr -A*.extensão http://site.arquivo.html
A opção -A é para definir as extensões aceitas, embora eu tenha baixado html, também.
A opçaõ c é para continuar o download, caso este tivesse sido interrompido antes, e a opção r é o download recursivo.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Configuração do Samba - Ajustando permissões de acesso e monitoramento instantâneo
Isto resolve o problema dos usuários não terem acesso aos arquivos multimídia de um outro, desde que os usuários tenham a intenção de colaborar com isso, é claro.
A checagem de permissões é feita tanto pelo SAMBA quanto pelo Sistema. Em um primeiro momento, o SAMBA, ao sabor da configuração do compartilhamento em /etc/samba/smb.conf (bem no Debian Lenny, o arquivo de configuração do SAMBA fica neste diretório), verifica quais os usuários que podem acessar e escrever (ou não) no recurso compartilhado (no caso, o diretório /multimidia), e depois a solicitação é passada para o sistema, que permitirá o acesso mediante a verificação de quem tem permissão sobre os diretórios e arquivos dentro deles.
Não esquecer de digitar #smbpasswd -a
Assim, a solução que utilizei foi:
1) Criar o grupo multimidia, incluir usuários e dar o diretório /multimidia ao grupo
2) Configurar, enfim, o SAMBA para disponibilizar o recurso apenas aos usuários do grupo
Vamos agora, aos procedimentos necessários.
Parte 1: Criar o grupo multimidia, incluir usuários e dar o diretório /multimidia ao grupo
- Criação do grupo e inclusão de usuários:
# addgroup multimidia --> cria o grupo "multimidia"
# adduser [usuario] multimidia --> adiciona o "usuário" no grupo multimidia
Ex: # adduser karmarx multimidia
-Dando o diretório multimidia ao grupo multimídia:
#chgrp -R multimidia /multimidia --> instrui o sistema para que o grupo multimidia seja o dono do diretório /multimidia. A opção "-R" implementa as modificações recursivamente.
# chowm -R :multimidia /multimidia --> Faz a mesma coisa que o comando anterior. A diferença é que, antes de ":multimidia", podemos colocar o usuário que será dono do diretório ou recurso.-Dando permissão ao grupo e seus usuários para acessar o diretório:
# chmod g+rwx /multimidia --> Dá permissão de leitura e escrita e acesso aos usuários do grupo multimídia. A opção "g" se refere a grupos.
# chmod -R g+rw /multimidia --> Dá permissão de leitura e escrita aos usuários do grupo multimídia.
[multimidia]comment = Arquivos multimidia (filmes, musicas, jogos etc) compartilhados pelos usuarios.
path = /multimidia
writable = yes
# Para permitir que apenas os usuários do grupo multimidia possam acessar o compartilhamento
valid users = +multimidia
A opção que precisa ser entendida é a "valid users". Nela, podemos incluir, separados por vírgulas, os usuários que podem acessar o recurso, ou então, colocamos um sinal de mais "+" seguido do nome do grupo, e automaticamente, apenas os usuários pertencentes ao grupo conseguirão acessar o recurso. Podemos separar entre vírgulas, os grupos que podem ter acesso ao recurso, bem como misturar grupos e usuários que o acessarão.
Samba, parte 2: Configuração avançada do Samba (atualizado) -Carlos E. Morimoto
Manual do chgrp: man chgrpManual do chmod: man chmod
Manual do chown: man chown
Comando chroot
Isto é útil para mountar a partição raíz de uma outra instalação de Linux que haja no computador, e executar os programas a partir dela.
Suponhamos que queiramos editar o arquivo /etc/fstab da outra partição, ou dar um grub-install para restaurar o grub a partir daquela partição, porém através dela mesmo, não conseguimos, tendo de recorrer a outra partição funcional (geralmente nem isso é possível, sendo necessário o uso de um disco de recuperação, ou um live-cd com alguma distribuição GNU/Linux.
1) Montamos a partição de teste:
root@localhost: /# mount /dev/sda2 /mnt/teste --> supomos que o diretório /mnt/teste existee esteja vazio antes da montagem da partição.
2) Acesso à partição:
root@localhost: /# cd /mnt/teste
3) Tornando o diretório /mnt/teste como "raíz"
root@localhost: /mnt/teste# chroot /mnt/teste
Resultado:
root@localhost: /#
Aí, se você precisar editar o arquivo /etc/fstab da partição /dev/sda2, não precisará digitar vi /mnt/teste/etc/fstab, mas apenas vi /etc/fstab
Para voltar ao normal, basta digitar:
root@localhost: /# exit
Resultado:
root@localhost: /mnt/teste#
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Redimensionando partições ext3 - Diminuindo uma partição
2) redimensionar a partição fisicamente: Para isto, utiliza-se o comando fdisk.
Quando nós redimensionamos o sistema de arquivos é como dar um aviso ao kernel que os arquivos da partição podem ser encontrados entre o cilindro xxx do disco ao cilindro yyy, e a partição, quando as coisas estão funcionando, vai do cilindro xxx ao cilindro yyy. Entretanto, pode ser que não haja correspondência entre o que informa o sistema de arquivo ao kernel, e o tamanho físico da partição mesmo.
Assim, quando queremos diminuir o tamanho de uma partição, devemos, primeiro, diminuir o tamanho do sistema de arquivo com resize2fs, para depois diminuir seu tamanho físico com fdisk. Desde 2002 que esse software suporta o redimensionamento não só de partições ext2, mas também de ext3, portanto não é necessário tirar o journaling da partição.
No caso de querermos expandir o tamanho de uma partição, precisamos fazer o caminho inverso, desde que haja espaço livre começando quando termina originalmente o a partição que queremos expandir: aumentamos seu tamanho fisico para depois redimensionar o seu sistema de arquivo.
Bem, vamos aos passos:
No caso, eu queria diminuir o tamanho da minha partição /home de 50GB para 10GB.
Se você vai fazer isto com a partição raiz do seu sistema, ou a partição que contém outros executáveis importantes do sistema operacional, é necessário reiniciar o sistema e utilizar um disco/CD/DVD de recuperação, ou uma distribuição live-CD, pois é necessário executar os procedimentos com a partição com a qual queremos trabalhar desmontada.
Primeira parte: Checando informações sobre o disco e a partição, e redimensionando o Sistema de arquivos
- Checando informações:
fdisk -l /dev/sda --> Este comando dá informações sobre todas as partições do disco, tais como o cilindro inicial e final da partição, e número de blocos que ocupa. Lembrando que /dev/sda é apenas o exemplo utilizado, e o dispositivo que será utilizado dependo de como está configurado o seu HD, e de qual tecnologia ele utiliza (para HDs IDE, utilizamos /dev/hd(letra), e para primeiro hd, a letra a. Para HDs SCSI ou SATA, utilizamos /dev/sd(letra), e para o segundo hd, utilizamos a letra b. Utilizariamos também a letra a, no caso de ser o primeiro hd, que é o caso do exemplo.
No meu caso, eu queria informações da partição /dev/sda2, que no meu caso, normalmente é montada em /home. LEMBRE-SE QUE TODOS OS PROCEDIMENTOS DEVEM SER FEITOS COM A PARTIÇÃO DESMONTADA.
e2fsck -f /dev/sda2 -->substitua /dev/sda2 pela partição que desejar/precisar checar.
resize2fs /dev/sda2 10G
Ele, depois, vai retornar o número de blocos que a nova partição deverá ocupar. Mas atenção, ele informa isso para o Kernel, mas não fez nenhuma modificação física, como, aliás, discutimos acima. É importante mencionar que o número de blocos informado pode estar ligeiramente errado, devido a um bug conhecido e mencionado no próprio manual do comando (man resize2fs). O que fazer em relação a isso, veremos na segunda parte.
Segunda Parte: Redimensionando a partição
Se o procedimento for feito corretamente, não haverá nenhuma perda de dados. Entretando, devido ao risco, é extremamente aconselhável fazer um backup dos dados mais importantes da partição, senão de toda ela. Eu estava muito "com o cú na mão", então fiz 2 backups!
fdisk /dev/sda --> Para iniciar operações de particionamento do disco.
Resposta do comando:
Command (m for help): m
Command action
a toggle a bootable flag
b edit bsd disklabel
c toggle the dos compatibility flag
d delete a partition
l list known partition types
m print this menu
n add a new partition
o create a new empty DOS partition table
p print the partition table
q quit without saving changes
s create a new empty Sun disklabel
t change a partition's system id
u change display/entry units
v verify the partition table
w write table to disk and exit
x extra functionality (experts only)
Command (m for help): d
Partition number (1-5): 2
Command (m for help): n
Command action
l logical (5 or over)
p primary partition (1-4)
p
Partition number (1-4): 2
Last cylinder or +size or +sizeM or +sizeK (xxx-yyy, default yyy ): +númeroK --> onde xxx-yyy é o intervalo, em cilindros, do número do cilindro que termina a partição. yyy, é o limite final do disco. + é a opção para declarar o tamanho da partição, em vez do cilindro final, e deixar a tarefa de descobrí-lo para o fdisk, número, é o tamanho em KiloBytes da Partição, e K é a opção especificando que o tamanho será mesmo dado em Kilobytes.
Command (m for help): w
The partition table has been altered!
Calling ioctl() to re-read partition table.WARNING: Re-reading the partition table failed with error 16: Device or resource busy.
The kernel still uses the old table.
The new table will be used at the next reboot.
Syncing disks.
É preciso, agora, reiniciar o sistema (ou não).
Com a partição redimencionada desmontada, vamos à terceira e última parte:
3) Checagem do sitesma, e re-redimensionamento:
Com o sistema reiniciado para que a nova tabela de partições seja reconhecida, digite:
e2fsck -f /dev/sda2 --> (com a partição desmontada e ,novamente, substitua a partição utilizada no exemplo pela que você quer redimensionar efetivamente)
E depois o comando:
resize2fs /dev/sda2
Agora, não tem mais o tamanho da partição, porque, com a nossa preucaução, o tamanho informado pelo sistema de arquivos é menor do que o tamanho físico da partição, e queremos apenas que o sistema de arquivos seja redimensionado para o tamanho máximo da partição física.
Referências:
http://usefulfor.com/nothing/2007/12/14/howto-resize-an-ext3-partition-without-losing-data/
http://www.howtoforge.com/linux_resizing_ext3_partitions
Manual do resize2fs (man resize2fs)
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
VIM - Modo Visual
v : Entra no modo de seleção de caracteres.
V : Entra no modo de selecão de linhas
Ctrl +v : Entra no modo de seleção de blocos.
E aqui, uma tabela de comandos úteis quando o texto já está selecionado:
Comando | Ação no texto selecionado
d | Apaga
y | Copia
p | Cola
c | Troca por outro texto
r | Troca cada letra por um caractere
J | Junta todas as linhas em uma só
U | Converte para maiúsculas
u | Converte para minúsculas ~ Inverte maiúsculas e minúsculas
gq | Reformata as linhas para a largura desejada
! | Manda as linhas para um comando externo (!sort)
: | Aplica um comando 'ex' nas linhas (:s/isso/aquilo/)
Para sair do modo visual, basta apertar v, de novo.
Extraído de http://aurelio.net/vim/selecao-vi-sual.html
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Compactando arquivos com o zip a partir de uma lista deles criada com o comando find
Fica assim:
find [caminho] -name "[nomes pesquisados]"|zip -@ [nome do arquivo.zip]
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Especificando o diretório onde serão colocados os arquivos descompactados com o unzip
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Extraindo arquivos específicos do unzip
Checando os arquivos que estão compactados dentro do arquivo.zip:
unzip -l arquivo.zipExtraindo apenas alguns arquivos:
unzip arquivo.zip arquivo1 arquivo2 .. arquivoNExtraindo apenas alguns arquivos, mas utilizando caracteres coringa:
unzip arquivo.zip "*expressão*" , onde expressão é a parte do arquivo a ser procurada.